Seedorf chorou em sua despedida do Botafogo em 2014 — Foto: Satiro Sodré / SSPress

Seedorf chorou em sua despedida do Botafogo em 2014 — Foto: Satiro Sodré / SSPress

O Botafogo voltou à Justiça nesta semana para se defender de processos de ex-jogadores do clube. Na última quinta-feira, no Tribunal Regional do Trabalho do Rio de Janeiro (TRT/RJ), foi a vez do reencontro com Seedorf, que cobra R$ 3,97 milhões por danos morais e materiais, impostos recolhidos na Itália e direito de imagem não pagos durante sua passagem por General Severiano, entre 2012 e 2013. Mas não houve acordo na audiência de conciliação. A informação foi divulgada pelo site “FogãoNet” e confirmada pelo GloboEsporte.com.

As partes aguardam para dezembro uma decisão do juiz. A reportagem apurou que o Botafogo, defendido no processo pelo escritório “Capanema e Belmonte Advogados”, não reconhece a cobrança referente ao fisco italiano e, consequentemente, o pedido de danos morais e materiais. O caso aconteceu na gestão do presidente Maurício Assumpção, e a atual diretoria alega que todos os impostos devidos estão sendo pagos no Profut (programa de refinanciamento de dívidas).

A ação afirma que o Botafogo deixou de recolher na fonte os tributos: em vez de pagar o salário líquido, deu ao holandês o salário bruto sem a dedução de impostos. De acordo com o documento, isso gerou um processo na Itália em que o ex-jogador e hoje técnico da seleção de Camarões foi obrigado a pagar o equivalente a R$ 2.226.649,37. Seedorf também alega que o clube deixou de pagar R$ 1.378.030,50 somente em direitos de imagem e pede indenização de R$ 364.966,33.

Conteúdo de Goboesportes.com
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