Alguns dos patrocinadores da seleção brasileira usaram as redes sociais para exaltar o time após a eliminação para a Bélgica, nas quartas de final da Copa do Mundo. Com o placar de 2 a 1, com diversas chances para a equipe nacional, o cenário foi diferente do que aconteceu em 2014, após o vexame contra a Alemanha.

Por meio do Twitter, o Itaú adaptou o conceito “Isso muda o jogo” à derrota da seleção. “Acreditar” se tornou a ideia do banco, com a frase “o sentimento nunca vai mudar”. A empresa foi a mais citada da rede social entre os brasileiros durante a primeira fase do Mundial. A aposta foi na música “mostra tua força, Brasil”, lembrada no intervalo da partida, quando o time perdia por 2 a 0.

A Vivo seguiu linha parecida. No intervalo, soltou mensagem para apoiar o time. Após o apito final, lançou apoio à seleção: “jogar junto é ter orgulho sempre. Valeu, Brasil”. Já o Guaraná Antarctica resolveu aquecer o próximo Mundial: “O Catar é logo ali”. A marca não deixou de ressaltar que continuaria apoiando a equipe da CBF.

Alguns patrocinadores da Copa do Mundo também se manifestaram. A Coca-Cola publicou uma garrafa sem refrigerante: “Se hoje bateu um vazio, é pra lembrar que amanhã podemos dar um gás de novo. Juntos”. Já a Brahma simulou uma lágrima com uma gota caindo de uma garrafa. A mensagem foi apenas um coração partido.

Houve também quem não tenha se manifestado. O estranhamento esteve nas marcas que tiveram tom de provocação. Até a publicação deste texto, McDonald’s, que tirou sarro da queda da Alemanha, e Skol, que provocou a Argentina, não haviam publicado nada.

Na Copa do Mundo de 2014, o silêncio foi geral, com raríssimas exceções. Após o 7 a 1 sofrido contra a Alemanha, os patrocinadores da Copa do Mundo e da seleção brasileira preferiram se manter sem mensagens nas redes sociais.

Conteúdo de Máquina do Esporte

Categorias: Marketing

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